14 de dez de 2013

Resenha: Cidades de Papel, John Green

Nome Original: Paper Towns
Data de Lançamento: 2013
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 368
Sinopse: Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte. Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.

"Você irá para as cidades de papel e nunca mais voltará"
Quentin é um adolescente orlandese comum de 18 anos, apaixonado desde os dois anos pela sua misteriosa vizinha Margo. Os dois costumavam brincar juntos, mas o tempo acabou os separando (Margo faz parte do grupo dos populares badalados e Q dos nerds músicos).
A vida monótoma de Q muda completamente quando, em uma meia-noite comum, Margo Spiegelman aparece em sua janela, pedindo seu carro emprestado para fazer algo muito importante. Mesmo desconfiado, Q cede às insistências dela, e acaba indo junto para a mais intrigante e agitada madrugada de sua vida.
"A cidade era de papel, mas as memórias não"

Como esse é meu terceiro livro do John Green (li A Culpa é das Estrelas e Quem é Você, Alasca?), não pude deixar de notas as evidentes semelhanças entre Margo e Alasca: as duas gostam de pregar trotes, de poemas, são misteriosas, bonitas e inatingíveis, e claro, o protagonista loucamente apaixonado por elas. Mas, mais ou menos no meio do livro, as semelhanças acabam e a história toma um rumo completamente diferente.
Margo acaba desaparecendo (não, isso não é um spoiler, porque a história gira literalmente em torno disso) e resta à Q e seus amigos descobrir seu paradeiro, por meio das pistas que ela deixa para trás (nem sempre tão evidentes).
Esse foi meu livro favorito do John Green, porque ao lermos, temos uma expectativa muito grande em relação ao desfecho da história. As melhores partes do livro, que é dividido em três partes, é a primeira e a terceira. É simplesmente impossível parar de ler nas últimas páginas.

Mesmo se não curtir o estilo do John Green, dê uma chance ao livro. Super divertido e leve, uma leitura que com certeza vai te prender.

Por: Mariane

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