15 de mar de 2013

Resenha: A Gruta Gorgônea (Desventuras em Série #11), Lemony Snicket

Nome Original: The Grim Grotto
Data de Lançamento: 2005
Editora: CIA. Das Letras
Gênero: Mistério
Número de páginas: 288
Sinopse: A situação não é das melhores: depois de resgatar Sunny das garras do Conde Olaf, os Baudelaire se vêem separados do amigo Quigley, numa jornada rumo ao pé das Montanhas de Mão-Morta.
A viagem só não é mais desagradável graças à aparição do submarinoQueequeg, que resgata os três das águas violentas do Arroio. Capitaneado pelo excêntrico Andarré, o minúsculo Submarino Q e sua Tripulação de Dois ainda abriga Fiona, enteada do capitão, e Phil, que já havia ajudado os Baudelaire no infeliz episódio da Serraria Alto-Astral. Em busca de um misterioso açucareiro, os seis chegam à Gruta Gorgônea, onde cogumelos venenosos e a aparição de um certo conde podem precipitar desenlaces ainda mais tristes na vida da trinca desafortunada.

A Gruta Gorgônea, décima primeira narração da desgraçada vida dos órfãos Baudelaire se inicia, como a maioria dos outros, de onde o anterior terminou.

Violet, Klaus e Sunny, recém separados do fiel amigo Quingley Quagmire, são levados pelas águas após descerem pelo Escorregador de Gelo, e fugirem das garras do Conde Olaf pela décima primeira vez. 

Em meio a isso, os órfãos acabam encontrando o submarino Queequeg, cujo Capitão era um membro nobre da associação C.S.C. As coisas parecem estar indo (quase) bem nos primeiros capítulos, o qual narra a estadia dos órfãos no submarino e a introdução a novos personagens, como Fiona (uma micetologista que será de extrema importância para a os irmãos), enteada do Capitão Andarré (a qual Klaus teve uma espécie de afeição especial... Tão fofos!) e a volta de um antigo amigo otimista.

A missão do Capitão Andarré é encontrar o bendito açucareiro, perdido quando Conde Olaf botou fogo na sede de C.S.C. Até agora (até o final do livro, pelo menos) os órfãos Baudelaire não sabem exatamente a importância extrema desse açucareiro e por que Conde Olaf o quer, mas seguem as ordens do Capitão, que são bem claras: capturá-lo antes de Olaf e sua trupe.

Para mim, foi o livro menos útil da série, vamos dizer assim. Não são revelados tantos segredos ou mistérios, e não são realizados tão grande feitos pelo Conde Olaf. Mas claro, essencial para dar continuidade à série, que se aproxima cada vez mais do fim.

Estou imaginando que todos os mistérios acumulados até agora serão revelados somente no último livro (se é que algum dia serão revelados). As maiores perguntas em minha cabeça são, com certeza, as relacionados ao autor e seu grande amor, Beatrice. Sabemos que Snicket tem uma certa relação com os Baudelaire (por causa de seu irmão, Jacques, que já teve uma breve aparição) mas ainda quero saber muitas coisas sobre ele (alguns dizem que ele vai chegar a aparecer nos livros! Oh meu Deus!) e parece que estou cada vez mais perto de descobrir.

Por: Mariane

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