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30 de set. de 2016

Resenha: Inferno, Dan Brown


Editora: Arqueiro
Número de páginas: 448
Data de lançamento: Maio de 2013


Neste fascinante thriller, Dan Brown retoma a mistura magistral de história, arte, códigos e símbolos que o consagrou em "O Código Da Vinci", "Anjos e Demônios" e "O Símbolo Perdido" e faz de Inferno sua aposta mais alta até o momento.
No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri.
Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído.

        Queria que vocês pudessem contemplar a serenidade no olhar de quem conseguiu completar dois livros em um mês!! \o/ (esse feito para mim esse ano foi um privilegio!!).
        Estava mais do que animada para essa obra, já que o filme está para lançar (é dia 13 de outubro, minha gente!) e porque sou apaixonada pelas histórias do Dan Brown. Por enquanto só li as que tem o nosso querido Robert Langdon como protagonista (Anjos e Demônios, O Código da Vinci e Simbolo Perdido).
        Sinceramente não sei por que algumas pessoas pegam tanto no pé do senhor Brown... É uma história deliciosa, onde se viaja sem sair do lugar, aprende inúmeras coisas a respeito de arte e história, sem se dizer toda a ação e suspense. 
        Quem é familiarizado com os livros do Dan Brown (pelo menos as aventuras de Langdon) sabe que os livros já vem com uma fórmula pronta - o mundo corre perigo, Langdon é procurado para ajudar a deter o "vilão" juntamente com uma moça bonita e inteligente. Todos sabem que a fórmula é essa - até mesmo quem não leu os livros, por conta dos filmes. Então, se não gosta de fórmulas prontas, por que se dar ao trabalho de procurar esse tipo de livro para ler? Eu sinceramente acho super divertido, e de certa forma me familiarizo com a escrita do autor, e deixo a história me levar.
        Esse livro, porém, começa de uma maneira um pouco diferente, mais carregada de suspense. Robert acorda em um hospital, com um ferimento na cabeça, sem se lembrar de nada dos últimos dois dias. Com a ajuda de uma jovem e misteriosa médica, ele acaba fugindo do hospital após um atentado contra a sua vida, e a partir daí começa uma verdadeira enxurrada de informações.
        Langdon acaba descobrindo que um cientista planeja espalhar uma peste para diminuir a população mundial, a fim de que a mesma não venha a entrar em extinção daqui a alguns anos. Além disso, o cientista é fascinado pela obra "Divina Comédia" de Dante, e as pistas que levam até a (até então) tragédia estão relacionadas com a parte "Inferno" da obra. 
        Achei o livro bem diferente dos outros, por motivos de que você nunca sabe exatamente quem é o "vilão". Já que Langdon passa grande parte da história com a memória comprometida, o leitor fica o tempo todo se perguntando o que exatamente aconteceu nos dias anteriores, quem fez isso e por que, e principalmente, se nosso querido professor está confiando nas pessoas certas.
        Nem é preciso dizer que adorei a história e vou ser uma defensora do Dan Brown até o fim! Hahahaha. Pretendo agora ler os outros livros do autor (mesmo sabendo que vou sentir uma falta tremenda do nosso protagonista) e esperar o próximo livro com Robert, que está previsto para sair ano que vem!! Será mesmo?? <3

Por: Mariane

26 de mar. de 2015

Resenha: O Símbolo Perdido, Dan Brown


Título original: The Lost Symbol
Número de páginas: 489
Data de lançamento: Setembro de 2009

Em O Símbolo Perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal¿akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.
'O Símbolo Perdido' é meu terceiro livro do Dan Brown, e é o terceiro na ordem cronológica da história (Anjos e Demônios, O Código da Vinci, Símbolo Perdido e Inferno). Vocês podem ler a resenha de Anjos e Demônios aqui. 
Eu estava com grandes expectativas para esse livro por ter adorado os dois primeiros, mas acabei me decepcionando um pouco, por eu ter decifrado o final da história já no meio do livro. Me disseram que iria ser algo super surpreendente (talvez seja para você) mas para mim foi algo super previsível e o final arrastado e um tanto monótomo.
Nesse livro, o simbologista de Harvard Robert Langdon vive sua terceira (e inesperada) aventura em Washington, quando é obrigado a ajudar um assassino a desvendar os símbolos da base da Pirâmide Maçônica, que segundo ele é capaz de revelar os Antigos Mistérios escondidos na capital do país. Seu amigo maçom, Peter Solomon, é mantido refém, e sua irmã cientista Katherine ajudará Langdon a desempenhar a tarefa.
Na minha opinião, o mais fraco até agora. O que tinha tudo para ter um final de tirar o fôlego acabou se tornando algo que você já esperava, O autor teve a oportunidade perfeita de fechar o livro em determinado trecho mas insistia em continuar narrando certas coisas não tão necessárias para o desenrolar da história. 
E vocês, o que acharam do livro? E se ainda não leram, o que esperam? Deixe sua opinião nos comentários!
Por: Mariane

23 de out. de 2013

Resenha: Anjos e Demônios, Dan Brown

Nome original: Angels and Demons
Data de lançamento: 2000
Gênero: Suspense/Ficção científica
Editora: Sextante
Número de páginas: 415
Sinopse: O professor de Simbologia de Harvard, Robert Langdon é chamado a um dos maiores centros de pesquisa científica do mundo, o CERN para investigar um estranho símbolo marcado a fogo no peito de um cientista suíço. O misterioso assassino consegue matar o cientista e roubar uma das armas mais poderosas da história.
Agora, Langdon vai para a Cidade do Vaticano para impedir que a antiga fraternidade dos Illuminati, agora ressurgida, consiga efetuar a sua tão sonhada vingança contra o seu inimigo mais odiado, a Igreja Católica.




Uma das melhores coisas que fiz esse ano foi dar uma chance aos romances do Dan Brown, cujos eu já tinha interesse à um bom tempo.
Por que eu comecei por Anjos e Demônios? Para falar a verdade, encontrei ele na biblioteca e resolvi pegar (rs) mas a escolha faz até que muito sentido. É a primeira aventura do simbologista Robert Langdon (que é o protagonista da maior parte dos romances de Brown), o que nos faz conhecer o personagem desde o princípio e acompanhá-lo em sua evolução.
A narrativa de Brown é brilhante por alguns motivos. Um deles, é o fato da história ser narrada na perspectiva de vários personagens e com uma imensa variação de tempo e espaço.  Os capítulos são super curtos (mas contém mais de cem deles rs) e sempre acabam com certa tensão, o que faz você morrer de vontade de ler o próximo. Já aviso que, nas últimas páginas, é literalmente impossível parar de ler.
Os personagens nos cativam e despertam as mais variadas emoções em nós. Eu, por exemplo, toda hora me esquecia que Langdon está na casa dos 40 anos (durante toda a narrativa eu o considerei como sendo mais novo) por causa de sua energia e motivação.  
Uma personagem que também merece grande destaque é a filha do cientista morto, Vittoria Vetta, uma italiana super inteligente que acompanha Langdon até o Vaticano para desvendar os mistérios dos Illuminatis. Vários outros personagens também se destacam, mas não tem como ficar falando de todos aqui sem estragar a surpresa durante a leitura.
Então, se você também está pensando em dar uma chance à Brown, comece por Anjos e Demônios, que você não irá se arrepender. Sendo uma pessoa religiosa ou não, você vai se entreter muito com os acontecimentos na Cidade do Vaticano.

Por: Mariane

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