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22 de mar. de 2015

Então, eu assisti Insurgente...


ATENÇÃO! CONTEM SPOILERS DO LIVRO.

Fui ao cinema assistir o segundo filme da série Divergente cheia de expectativas, pelo fato de ser meu livro favorito da série. Já tinha em mente minhas partes favoritas do livro que eu ansiava ver na telona. Pelo trailer, já tivemos uma ideia de que o filme não seria muito fiel ao livro (por causa daquela caixa suspeita), mas afinal, nada é totalmente fiel, então não me preocupei muito com isso. 
Deveria ter me preocupado.

Insurgente é um filme incrível. É ação do começo ao fim, por conta das simulações desenvolvidas pela "caixa suspeita" que não existe no livro. Mas eu entendi o motivo de sua existência. As cenas ficaram incríveis, e tudo foi feito por um motivo. No final, deu na mesma que no livro, apenas escolheram um outro caminho para desenvolver a história. 
Até aí tudo bem.

O motivo de ter sido uma adaptação "um tanto" infiel" foi o total mau uso de personagens essenciais para a história no livro. Personagens quase insignificantes, como Edgar, dos sem-facção, ganha mais falas que todos os membros da Audácia juntos. A traição de Caleb passa quase despercebida e mal tivemos tempo de sentir raiva dele, como no livro. E Marcus, também importantíssimo para a narrativa, tem uma fala no máximo.

Os pontos altos do filme, como já dito anteriormente, foram os efeitos especiais impecáveis, principalmente em 3D, e a atuação de Shailene (Tris). A cena do soro da verdade, na sede da Franqueza, por exemplo, foi uma das mais emocionantes da série até agora. Quem também merece destaque é Miles Teller (Peter) , que traz um pouco de humor ao filme, e Ansel Engort (Caleb), que desenvolveu bem melhor seu personagem nesse segundo filme.

O final me incomodou um pouco também, mas não vou dizer o porque. Quando vocês assistirem, irão saber. Só espero que isso seja resolvido no próximo filme da série.

Valeu o ingresso, se você ignorar alguns pontos do livro. Se não consegue fazer isso, terá alguns problemas... rs,

Mariane

2 de jul. de 2013

Leituras do mês de Maio e Junho: Mariane

Oi gente! Finalmente eu e a Lari estamos de férias, o que significa colocar todas as leituras em dia! Por algum motivo que ainda não entendi, não fiz as leituras do mês de Maio, cujo até que foi um mês produtivo. Junho também deu para dar uma boa adiantada nas minhas metas, pois engoli os dois primeiros livros da série Feios em três dias. Sem mais delongas, vamos dar uma revisada.


Crescendo (Hush, Hush #2), Becca Fitzpatrick
Crescendo me irritou em muitas partes, principalmente o quesito Nora Grey, a protagonista e seu relacionamento com o anjo caído, Patch. Contanto, gostei do caminho que a autora resolveu tomar e o enredo se desenvolveu muito, deixando uma grande história para os próximos volumes.

Resenha aqui



Insurgente (Divergente #2), Veronica Roth
Não preciso nem dizer que Divergente é uma das minhas séries favoritas e esse livro foi maravilhoso e ao mesmo tempo horrível (no sentindo de quebrar o coração). O final do livro deixa uma GRANDE história para o terceiro e último volume da série. A coisa agora é esperar o terceiro livro e o filme do primeiro livro, que lança em maio do ano que vem.

Resenha aqui


Príncipe Mecânico (As Peças Infernais #2), Cassandra Clare
Um lançamento MUITO esperado por todos, o segundo volume da série As Peças Infernais surpreendeu em muitos aspectos, mas acho que o grande foco foram as paixões. Tenho uma coisa para dizer aos Tessa/Jem shippers: esse livro é de vocês!

Resenha aqui



A Marca de Atena (Heróis do Olimpo #3), Rick Riordan
Também nem preciso dizer que esse era um livro muito esperado por todos os fãs do tio Rick e é claro, quebrou nosso coração em mil pedaços, especialmente no final. O livro marca o reencontro do Percy com a Annabeth, assim como dos semideuses romanos e gregos.

Resenha aqui 




Feios, Scott Westerfeld
Scott nos apresenta uma distopia inexplicavelmente original. Num futuro muito distante, o governo decide transformar todas as pessoas com mais de dezesseis anos em Perfeitos. Todos passam por uma cirurgia que corrige todas as imperfeições. Tally, a protagonista, mal pode esperar por seu aniversário, mas após conhecer uma outra Feia, Shay, seu destino muda completamente.

Resenha aqui




Perfeitos (Feios #2), Scott Westerfeld
~~~~~~~~~SPOILERS DO PRIMEIRO LIVRO ~~~~~
Eu tinha tudo para não gostar nem um pouco desse livro, porque a) Tally agora era uma Perfeita, e era muito provável dela mal se lembrar de sua vida como feia, e b) Ela tem agora um novo namorado, Zane, cujo irá ficar com ela durante toda a narrativa, ajudando Tally a recuperar suas antigas lembranças. Mas a história tomou um rumo muito original, e o final deixou uma grande dúvida em todos nós. É impossível não gostar pelo menos um pouquinho do novo personagem...






Espero ler bastante nesse mês de Julho - afinal, finalmente férias! - e minhas metas para esse mês são terminar a saga Feios e ler Cidade das Almas Perdidas, quinto livro da série Instrumentos Mortais. Mas é claro, pretendo sempre superar minha meta.

Por: Mariane







20 de mai. de 2013

Resenha: Insurgente (Divergente #2), Veronica Roth


Nome original: Insurgent
Data de Lançamento: Abril/2013
Editora: Rocco
Gênero: Ficção científica/Distopia
Número de páginas: 512
Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 

Resenha de Divergente

Tragicamente brilhante. Essa é a expressão que resume a obra de Veronica Roth. Insurgente segue os mesmos passos que seu antecessor, literalmente. A história do livro começa exatamente onde Divergente parou. Nós não tiramos os olhos da trágica vida de Tris Prior nem por um minuto.
Tris, juntamente com seu antigo instrutor, que agora é seu namorado, Quatro/Tobias, seu irmão Caleb, sua amiga Susan, seu inimigo e traidor Peter e o detestável pai de Tobias, Marcus, não sabem exatamente para onde vão e nem o que pretendem fazer. O infeliz grupo encontra abrigo na sede da Amizade, onde colocam os pensamentos em ordem para começar uma nova jornada em busca de respostas. Mas nem todos têm um objetivo em comum.
A maioria da facção Abnegação está morta, incluindo os pais de Tris, graças ao ataque via simulação comandado por Jeanine, líder da Erudição. Agora, metade da facção Audácia se aliou à Erudição, e tudo que resta aos rebeldes é se aliar aos sem-facção numa luta a favor da igualdade.
Mas é claro, que isso não é nem metade dos problemas de Tris. Ela não sabe se os sem-facção são uma boa companhia, principalmente Evelyn, mãe de Tobias, que o abandonou quando era criança. Os Divergentes (quem não pertence à uma facção em especial, como Tris) ainda são vistos como uma ameaça à Jeanine, uma ameaça que ela está determinada a exterminar. 
Cheio de adrenalina, emoção e romance, do começo ao fim. Beatrice é uma baita personagem. Corajosa, forte e independente, sempre em busca de respostas e sem se importar em se sacrificar em nome daqueles que ama. 
Série recomendadíssima que estreará nas telas de cinema em Março de 2014.

Por: Mariane



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